• Flickr Governo de São Paulo
  • Linkedin Governo de São Paulo
  • TikTok Governo de São Paulo
  • Twitter Governo de São Paulo
  • Youtube Governo de São Paulo
  • Instagram Governo de São Paulo
  • Acessar o Facebook Governo de São Paulo
  • /governosp

Tuberculose mantém alta no Brasil, com 85,9 mil casos

O Brasil registrou 85.936 novos casos de tuberculose em 2024, número que mantém a doença como um dos principais desafios da saúde pública no país e reacende o alerta neste 24 de março, Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Em relação à mortalidade, o dado mais recente aponta 6.315 mortes em 2024 (dado preliminar).

Longe de ser um problema do passado, a tuberculose segue entre as doenças infecciosas mais letais do planeta. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 10,7 milhões de pessoas adoeceram no mundo em 2024 e cerca de 1,23 milhão morreram. Embora a incidência global tenha recuado 1,7% entre 2023 e 2024, retornando ao patamar pré-pandemia, o ritmo de queda ainda está muito abaixo das metas internacionais de eliminação da doença.

A médica infectologista e professora da FAMERP, Profa. Dra. Cássia Estofolete, explica que a tuberculose é causada pela micobactéria Mycobacterium tuberculosis, o chamado bacilo de Koch, e afeta principalmente os pulmões. “A transmissão ocorre pelo ar, quando uma pessoa doente tosse, espirra ou fala e elimina a micobactéria”, afirma. Os sintomas mais frequentes incluem tosse persistente por três semanas ou mais, febre, suor noturno, cansaço, emagrecimento e dor no peito para respirar — sinais que muitas vezes demoram a ser observados, o que contribui para o diagnóstico tardio e para a continuidade da cadeia de transmissão.

De acordo a especialista, um dos maiores desafios no enfrentamento da tuberculose ainda é ampliar a percepção de risco, lembrar que há outras formas da doença, além da respiratória e garantir que pacientes com sintomas respiratórios persistentes procurem atendimento o mais cedo possível. “A doença também tem forte relação com os determinantes sociais da saúde e atinge de forma desproporcional populações em situação de maior vulnerabilidade, como pessoas privadas de liberdade, pessoas em situação de rua, pessoas vivendo com HIV/Aids, populações indígenas e imigrantes”, diz a infectologista.

Além do impacto clínico, a tuberculose produz efeito direto sobre a renda familiar: a OMS estima que, entre 2015 e agosto de 2024, cerca de 49% das famílias afetadas pela doença enfrentaram custos catastróficos, com gastos superiores a 20% da renda anual.

Apesar do peso da doença, o Brasil aparece com indicadores relevantes de resposta. Segundo informações divulgadas com base no Relatório Global da Tuberculose 2025, 89% das pessoas que desenvolveram tuberculose no país foram diagnosticadas e notificadas oficialmente em 2024, e o Brasil lidera, entre os países de alta carga, o Índice de Cobertura de Serviços da OMS, com patamar superior a 80%. Houve ainda aumento de 39,1% no tratamento preventivo entre contatos de pessoas com tuberculose, além da ampliação do acesso ao diagnóstico molecular rápido.

Outro destaque é o financiamento doméstico das ações de enfrentamento. Em 2024, o Ministério da Saúde destinou R$ 100 milhões a estados e municípios habilitados para ações de vigilância, prevenção e controle da tuberculose, medida vista como estratégica para ampliar diagnóstico, investigação de contatos e integração do cuidado, especialmente na atenção primária.

Foto: Johnny Torres / FAMERP Divulgação

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

Rio Preto: uma cidade que ensina o Brasil a cuidar

Quando pensamos em São José do Rio Preto, muitas imagens vêm à mente: uma cidade dinâmica, empreendedora, que cresce e se transforma com o trabalho de sua gente. Ao longo das últimas décadas, porém, Rio Preto passou a ser reconhecida também por algo que se tornou parte de sua identidade: a força da saúde e da formação de profissionais que ajudam a cuidar de pessoas em todo o Brasil e também fora dele.

Neste momento em que a cidade celebra seus 174 anos de história, é impossível não reconhecer como essa trajetória foi construída com visão de futuro, investimento em conhecimento e dedicação de gerações que ajudaram a transformar Rio Preto em uma referência regional e nacional.

Essa história começou a ser construída ainda na década de 1960, quando a cidade deu um passo decisivo ao criar sua primeira faculdade de medicina. Naquele momento, talvez poucos imaginassem o impacto que essa iniciativa teria para o futuro de toda a região. A partir dessa semente, Rio Preto começou a consolidar um ambiente de ensino, assistência e pesquisa que ajudaria a transformar a cidade em um importante polo de saúde.

Com o passar do tempo, hospitais foram ampliados, clínicas e centros especializados surgiram, novas tecnologias chegaram e a produção científica ganhou relevância nacional e internacional. Ao mesmo tempo, a expansão dessas estruturas também impulsionou a economia local, com a criação de empregos diretos e indiretos em diferentes áreas ligadas à saúde, à pesquisa e aos serviços.

Ao mesmo tempo, milhares de profissionais passaram a ser formados aqui, muitos deles vindos de diferentes estados do país e também de outros lugares do mundo.

Depois de concluírem sua formação, esses médicos, pesquisadores e profissionais da saúde seguiram caminhos diversos. Alguns permaneceram em Rio Preto, ajudando a fortalecer ainda mais o sistema de saúde local. Outros retornaram às suas cidades de origem, seguiram para diferentes regiões do Brasil ou construíram trajetórias profissionais também no exterior, levando consigo o conhecimento adquirido e a experiência construída ao longo de sua formação acadêmica.

É assim que, de maneira natural, o nome de São José do Rio Preto passou a circular em muitos lugares. Em hospitais, clínicas, universidades, centros de pesquisa e serviços de saúde espalhados pelo Brasil e outros países, há profissionais que tiveram parte de sua formação construída aqui.

Mais do que um reconhecimento institucional, isso representa algo maior: a capacidade de uma cidade de produzir conhecimento e dialogar com a ciência em nível global. As pesquisas desenvolvidas nesta cidade contribuem para o avanço do conhecimento em diferentes áreas da saúde e resultam em artigos publicados em revistas científicas internacionais, além de capítulos de livros e apresentações em congressos pelo mundo.

Ao celebrar os 174 anos de São José do Rio Preto, celebramos também essa vocação coletiva. Uma vocação que reúne universidades, hospitais, centros de pesquisa, profissionais dedicados e uma comunidade que sempre acreditou na educação, na ciência e na saúde como caminhos para o desenvolvimento.

Rio Preto é hoje referência em muitas áreas. Na saúde, tornou-se também um lugar que forma profissionais, produz conhecimento e ajuda a cuidar de pessoas em todos os cantos.

Essa é uma conquista que pertence à cidade e a todos que fazem parte de sua história.

Prof. Dr. Helencar Ignácio, Diretor-Geral da FAMERP

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

Congresso de Extensão da FAMERP abre com reflexão sobre formação em saúde e diálogo com a comunidade

A FAMERP abriu, na noite de quinta-feira (12), o 1º Congresso de Extensão da FAMERP – EXTENSAÚDE, com uma reflexão sobre a importância de aproximar o conhecimento acadêmico da realidade da população. A palestra de abertura foi conduzida pela empreendedora social Amanda Oliveira, fundadora da organização Nação Valquírias, que atua no acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Durante a apresentação, Amanda destacou que a formação em saúde precisa ir além do conhecimento técnico e considerar as condições de vida das pessoas atendidas pelos serviços de saúde.

Segundo ela, compreender a realidade social do paciente é fundamental para que o cuidado seja efetivo. Como exemplo, citou situações em que orientações médicas não levam em conta o contexto de vida da população. “Não adianta prescrever um remédio de R$150 para quem não sabe se vai ter comida para os filhos no jantar”, afirmou.

A reflexão apresentada na palestra dialoga com os princípios da extensão universitária, que busca aproximar estudantes e professores da comunidade, promovendo o contato com diferentes realidades sociais e contribuindo para que a formação acadêmica esteja alinhada às necessidades da população.

A abertura oficial do congresso contou com a presença do juiz da Vara da Infância e Juventude, Evandro Pelarin, do defensor público Júlio César Tanone, do deputado estadual Valdomiro Lopes, da assessora especial da Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto, Paula Canova Sodré de Castro, além de diretores da FAMERP e da FUNFARME.

O EXTENSAÚDE continua nesta sexta-feira (13), com programação que inclui rodas de conversa e apresentação de pôsteres de projetos de extensão, reunindo experiências desenvolvidas por instituições de ensino superior.

Fotos: Johnny Torres / FAMERP Divulgação

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

Congresso de Extensão da FAMERP inicia programação com palestra sobre fundamentos da extensão universitária

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) iniciou, nesta quinta-feira (12), a programação do 1º Congresso de Extensão – EXTENSAÚDE, no Centro de Convenções. As primeiras atividades do evento foram dedicadas à discussão dos fundamentos da extensão universitária e seu papel na formação em saúde.

A programação contou com a participação do Prof. Dr. Jones Baroni Ferreira de Menezes, professor da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e doutor em Educação. O docente atua nas áreas de extensão universitária, ensino de Ciências, tecnologias educacionais e educação à distância.
Durante a palestra, o professor apresentou reflexões sobre os princípios que orientam a construção de projetos extensionistas, destacando a importância do diálogo entre universidade e comunidade.

Segundo ele, a chamada “regra de ouro” da extensão universitária é ouvir as demandas da população antes da elaboração das iniciativas acadêmicas. “A extensão começa com a escuta. Antes de propor qualquer ação ou projeto, é preciso compreender as necessidades reais da comunidade”, destacou.

De acordo com o professor, esse processo fortalece a relação entre universidade e sociedade e contribui para que o conhecimento acadêmico seja aplicado de forma mais efetiva na solução de problemas sociais, especialmente na área da saúde.

O EXTENSAÚDE segue com programação ao longo desta quinta e sexta-feira, com palestras, oficinas, mesas de discussão e apresentação de projetos desenvolvidos por instituições de ensino superior.

Fotos: Johnny Torres / FAMERP Divulgação

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

Campanha do Dia Mundial do Rim mobiliza exames preventivos na região

Em campanha inédita, Rio Preto e mais 12 cidades do interior paulista se uniram para realizar exames preventivos de problemas renais durante as ações do Dia Mundial do Rim. A iniciativa foi organizada pelo complexo Funfarme e Famerp, mobilizando profissionais de saúde e estudantes de medicina em atividades de orientação e triagem para a população.

Em Rio Preto, um dos pontos da campanha foi o Pavilhão Fleury, em frente à biblioteca, onde foram realizados atendimentos e orientações sobre prevenção de doenças renais.

Ao menos 12 milhões de brasileiros, podendo chegar a 20 milhões, têm algum grau de doença renal crônica. A maioria não sabe que tem a doença, porque os sintomas costumam aparecer apenas em estágios avançados, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia.

Realizada há 20 anos pela disciplina de Nefrologia e pela disciplina de Saúde do Adulto e Idoso da Enfermagem, a campanha oferece exames preventivos e orientações sobre saúde renal. A ação integra a mobilização nacional coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e resulta de parceria com secretarias municipais de Saúde.

Durante a ação, foram realizados exames de uroanálise, aferição da pressão arterial e testes de glicemia. Em caso de resultados alterados, os participantes foram orientados a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de seu município para acompanhamento.

Fotos: Johnny Torres / FAMERP Divulgação

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

Mais de 400 pessoas participam do 1º Congresso de Extensão em Saúde da Famerp

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) realiza nesta quinta e sexta-feira o 1º Congresso de Extensão da Famerp – EXTENSAÚDE, evento que reúne mais de 400 participantes de diferentes regiões do país para discutir o papel da extensão universitária na formação em saúde e na relação entre universidade e comunidade.

Com mais de 70 projetos de extensão inscritos, o congresso reúne experiências desenvolvidas por instituições de ensino superior que levam conhecimento acadêmico para além dos muros da universidade, contribuindo diretamente para ações de prevenção, educação em saúde e fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

A abertura do evento será marcada pela palestra da empreendedora social Amanda Oliveira, fundadora da organização Nação Valquírias, referência nacional no enfrentamento da pobreza feminina. Reconhecida pela lista Forbes Under 30 e palestrante TEDx, Amanda apresenta a palestra “O corpo não mente: a pobreza gravada na pele”, trazendo reflexões sobre impacto social, vulnerabilidade e transformação de realidades por meio de iniciativas comunitárias.

Universidade e comunidade

Na universidade pública brasileira, a extensão é um dos três pilares da formação acadêmica, ao lado do ensino e da pesquisa. Na área da saúde, essas iniciativas têm impacto direto na população, já que muitas das ações desenvolvidas dentro das instituições contribuem para o fortalecimento da rede pública de atendimento.

Além disso, as diretrizes nacionais da educação superior estabelecem que 10% da carga horária dos cursos de graduação deve ser composta por atividades de extensão, realizadas em contato direto com a comunidade. A chamada curricularização da extensão busca garantir que os estudantes vivenciem, ainda durante a formação, experiências que dialoguem com as necessidades sociais e com a realidade do SUS.

Para a diretora-adjunta de Extensão da Famerp, Profa. Dra. Beatriz Barco Tavares Jontaz Irigoyen, o congresso representa um momento importante de valorização dessas iniciativas dentro da formação em saúde.

“A extensão é o momento em que o conhecimento produzido na universidade retorna para a sociedade. No caso da área da saúde, isso significa levar informação, prevenção, cuidado e também escuta para a população. O EXTENSAÚDE nasce justamente com a proposta de dar visibilidade a essas experiências e fortalecer a formação de profissionais comprometidos com as necessidades reais da comunidade”, destaca.

Experiências que chegam à população

Durante os dois dias de programação, o congresso contará com palestras, mesas-redondas, oficinas e apresentação de projetos de extensão, reunindo experiências extensionistas de diversas instituições de ensino superior.

Entre os projetos que serão apresentados estão iniciativas desenvolvidas na própria Famerp, como o Grupo de Curativos, que acompanha pacientes com feridas complexas no Ambulatório de Especialidades do Hospital de Base, e o Projeto AFIRMASUS, voltado à inclusão de alunos que ingressam por ações Afirmativas, em ações de saúde e ao cuidado de populações vulneráveis.

Outros exemplos são as campanhas de conscientização sobre doenças, realizadas por ligas acadêmicas e sociedades médicas, como Julho Verde, Outubro Rosa e Dezembro Laranja, de conscientização sobre câncer de cabeça e pescoço, câncer de mama e câncer de pele, respectivamente. Também serão apresentados projetos idealizados pelos próprios estudantes, como o Eis-me Aqui, iniciativa de palhaçoterapia que leva atividades de humanização e acolhimento a pacientes em ambientes hospitalares.

A proposta do congresso é criar um espaço de diálogo entre instituições de ensino e profissionais da área da saúde, valorizando experiências que aproximam o conhecimento acadêmico das necessidades da população.

Extensão também acontece nos eventos científicos

Além dos projetos realizados ao longo do ano, eventos acadêmicos como congressos, simpósios e encontros científicos também são considerados atividades de extensão universitária.

Esses espaços permitem a divulgação de experiências, a troca de conhecimento entre diferentes instituições e a construção coletiva de soluções para desafios da área da saúde.

“O EXTENSAÚDE surge com o propósito de reunir experiências, compartilhar conhecimento e reforçar o papel da extensão universitária na formação de profissionais que atuam diretamente na transformação da realidade social”, destaca a diretora-adjunta.

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

Mulheres são maioria na FAMERP e protagonizam campanha que celebra a força feminina na instituição

A força feminina está presente em todas as áreas da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Entre ensino, pesquisa, gestão e atividades administrativas, as mulheres representam hoje mais da metade da comunidade institucional, evidenciando o papel central que desempenham na construção da história e no futuro da instituição.

Atualmente, a FAMERP conta com 246 docentes, sendo 126 mulheres e 120 homens. Entre os 189 funcionários administrativos, 132 são mulheres e 57 homens. Há ainda 25 mulheres terceirizadas, que atuam em atividades essenciais como limpeza, vigilância e apoio operacional.

Somando todos esses grupos, a instituição reúne 346 mulheres entre docentes, funcionárias e colaboradoras terceirizadas, o que representa cerca de 75% do total de profissionais dessas áreas — um indicador expressivo da presença feminina no funcionamento cotidiano da faculdade.

Muitas dessas profissionais estão na instituição há mais de três décadas e acompanharam de perto a consolidação da FAMERP como referência em ensino, pesquisa e assistência em saúde. Para a Profa. Dra. Beatriz Barco Tavares Jontaz Irigoyen, diretora-adjunta de Extensão, a presença feminina pode ser percebida em todos os espaços da instituição. “Na FAMERP, basta abrir uma porta para encontrar a força das mulheres”, afirma. Enfermeira de formação, a Profa. Dra. Beatriz está na FAMERP há 35 anos

A Profa. Dra. Cristina Miyazaki, diretora-adjunta de Alunos, também representa uma dessas trajetórias que se confundem com a própria história da faculdade. “Eu cresci junto com esta instituição”, destaca a psicóloga, que chegou há 45 anos. Já para a Profa. Dra. Érika Cristina Pavarino, diretora-adjunta de Pesquisa, a presença feminina na ciência ainda exige superação e perseverança. “Para as mulheres, ocupar espaços na ciência e na liderança ainda é um grande desafio”, observa a bióloga, que está na instituição há 27 anos.

Café da manhã celebra integração e reconhecimento
Ao longo desta semana, a instituição tem celebrado essas trajetórias por meio da Semana da Mulher FAMERP 2026, campanha que destaca histórias inspiradoras de docentes, pesquisadoras e profissionais que ajudam a construir diariamente a excelência da instituição.

Durante a programação, vídeos com depoimentos dessas mulheres vêm sendo publicados no Instagram oficial da FAMERP (@oficialfamerp), apresentando diferentes trajetórias e áreas de atuação dentro da faculdade.

E como parte das homenagens, a FAMERP realizou na manhã desta sexta-feira (6) um café da manhã especial, reunindo docentes, colaboradoras e profissionais de diferentes setores. O encontro foi marcado por momentos de integração, celebração e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos.

Em clima descontraído, a trilha sonora incluiu clássicos da música brasileira, entre eles “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan — uma canção que celebra a força feminina e ecoa versos que lembram que mulheres são muito mais do que os rótulos historicamente impostos a elas.

Estudantes: o futuro da liderança feminina
A campanha também destaca as estudantes da FAMERP, reforçando que a força feminina da instituição também está presente na formação das próximas gerações de profissionais da saúde. Os números do Vestibular FAMERP 2026 demonstram essa presença crescente. No curso de Medicina, foram 13.584 inscritos, sendo 9.448 mulheres e 4.136 homens. Em Enfermagem, dos 293 inscritos, 249 são mulheres e 44 homens. Já em Psicologia, dos 714 candidatos, 597 são mulheres e 117 homens.

Esses dados reforçam uma tendência observada em toda a área da saúde: a presença feminina cada vez mais expressiva na formação acadêmica e profissional.

A mesma realidade pode ser percebida também nos programas de residência médica, residência multiprofissional, residência uniprofissional e aperfeiçoamento, além dos cursos de mestrado e doutorado, que recebem um número crescente de pesquisadoras e profissionais em formação.


Fotos: Johnny Torres / FAMERP Divulgação

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

FAMERP integra 422 novos R1 e fortalece comunidade que reúne quase mil profissionais em formação no SUS

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) realizou, na manhã desta segunda-feira (02), a Integração da Residência Médica, Residência Multiprofissional, Residência Uniprofissional e Aperfeiçoamento 2026. O evento, realizado no Centro de Convenções da FAMERP, marcou o início da jornada de 422 novos residentes (R1) aprovados no Processo Seletivo 2026, que passam a atuar em programas de formação em saúde.

Vindos de todos os estados brasileiros, os novos R1 chegam a Rio Preto para viver uma formação intensiva, integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), em uma instituição pública, reconhecida nacionalmente pela excelência em ensino, pesquisa e extensão.

Ao todo são 283 residentes médicos, 84 residentes multiprofissionais e uniprofissionais e 55 aperfeiçoandos. Mais do que iniciar um programa, eles passam a integrar uma comunidade que já reúne R2, R3 e R4 — estes últimos médicos que realizam fellowship, modalidade de complementação especializada destinada a profissionais que já concluíram a residência médica ou especialização. Juntos, formam um contingente que se aproxima de mil profissionais em formação, atuando diariamente no cuidado à população.

A cerimônia contou com a presença do diretor-geral da FAMERP, Prof. Dr. Helencar Ignácio; do diretor executivo da Funfarme, Prof. Dr. Horácio José Ramalho; do coordenador da Comissão de Residência Médica (COREME), Prof. Dr. Alceu Gomes Chueire; da coordenadora da Comissão de Residência Multiprofissional (COREMU) e da Comissão de Aprimoramento e Aperfeiçoamento (COAPRIMO), Profa. Dra. Magali Orate; além de diretores dos hospitais do complexo Funfarme, docentes e preceptores.

Durante a solenidade, os dirigentes reforçaram o papel da universidade pública na formação de especialistas e destacaram a responsabilidade de aprender e atuar em um dos maiores complexos hospitalares universitários do Brasil e no maior produtor SUS do país, referência em alta complexidade para 104 municípios da DRS-15.

“A FAMERP é uma instituição pública, gratuita e comprometida com a excelência acadêmica. Aqui, ensino, pesquisa e extensão caminham juntos. Cada residente que chega reforça nossa missão de formar especialistas altamente qualificados e comprometidos com o SUS e com a sociedade”, afirmou o diretor-geral, Prof. Dr. Helencar Ignácio.

Residência médica
A Residência Médica da FAMERP está entre as mais concorridas do Brasil e, em 2026, registrou recorde histórico de inscrições. Os residentes recebem bolsa mensal de R$ 4.106,09, conforme legislação federal, e desenvolvem suas atividades nos hospitais-escola do complexo Funfarme: Hospital de Base (HB), Hospital da Criança e Maternidade (HCM), Instituto do Câncer (ICA), Ambulatório Geral de Especialidades, Lucy Montoro de Rio Preto e Hemocentro de Rio Preto.

“Formar especialistas em um hospital-escola que é o maior produtor SUS do Brasil significa aprender fazendo, com responsabilidade e compromisso social. Aqui, o residente vivencia a realidade do sistema público e compreende a dimensão do cuidado integral”, destacou o coordenador da COREME, Prof. Dr. Alceu Gomes Chueire.

Residência multiprofissional e uniprofissional
Os programas de Residência Multiprofissional e Uniprofissional ampliam a formação interdisciplinar em áreas estratégicas como oncologia, atenção básica, reabilitação, terapia intensiva e saúde da criança. Com duração de 24 meses e carga horária de 60 horas semanais, os residentes também recebem bolsa mensal de R$ 4.106,09, financiada pelo Ministério da Saúde.

“A residência multiprofissional e uniprofissional fortalece o cuidado em saúde de forma integrada. Nossos residentes aprendem a trabalhar em equipe, com olhar ampliado para o paciente e para a rede pública”, ressaltou a coordenadora da COREMU e COAPRIMO, Profa. Dra. Magali Orate.

Aperfeiçoamento
Os Programas de Aperfeiçoamento Profissional (especialização lato sensu) têm duração de 12 meses, carga horária mínima de 1.756 horas e bolsa mensal de R$ 1.300,00, concedida pela Funfarme.

Voltados a diferentes categorias da área da saúde, os programas também são desenvolvidos nos hospitais do complexo, proporcionando vivência prática em ambientes de alta complexidade e grande impacto social.

Uma formação, várias unidades, uma identidade: FAMERP
Os novos R1 atuarão nas diferentes unidades que compõem o complexo hospitalar — Hospital de Base (HB), Hospital da Criança e Maternidade (HCM), Instituto do Câncer (ICA), Ambulatório Geral de Especialidades, Lucy Montoro e Hemocentro de Rio Preto — todas reconhecidas como hospitais-escola da FAMERP.

Independentemente da especialidade ou da unidade de atuação, todos compartilham a mesma identidade institucional: são FAMERP.

A integração dos 297 novos residentes reforça Rio Preto como um dos principais polos de saúde, ensino e pesquisa do país. A presença de profissionais de diferentes regiões amplia o intercâmbio de experiências, fortalece a produção científica e consolida a atuação da universidade pública no fortalecimento do SUS.

Ao vestirem o jaleco da FAMERP, R1, R2, R3 e R4 passam a caminhar juntos em uma formação que une ciência, prática e responsabilidade social — valores que projetam a instituição e Rio Preto no cenário nacional da educação superior e da saúde pública brasileira.

Fotos: Johnny Torres / FAMERP Divulgação

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

FAMERP realiza XIX Encontro Interdisciplinar e celebra conclusão de Programas de Residência e Aperfeiçoamento

A FAMERP (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto) realizou, na manhã desta sexta-feira (27), o XIX Encontro Interdisciplinar de Aperfeiçoandos e Residentes Multiprofissionais e Uniprofissionais. O evento, sediado no Centro de Convenções da instituição, marcou o encerramento dos Programas de Residência Multiprofissional e de Aperfeiçoamento, reunindo diretores, docentes, preceptores e colaboradores.

A programação contou com sessão de pôsteres, apresentações de temas livres e momentos de integração entre as equipes, evidenciando a produção técnico-científica desenvolvida ao longo do período de formação. O Encontro integra o calendário institucional e representa um dos principais momentos de síntese da formação em serviço na FAMERP.

O ingresso nos programas é reconhecido pela alta concorrência e pelo rigor do processo seletivo. A conclusão, por sua vez, simboliza a superação de uma etapa marcada por intensa dedicação às atividades assistenciais, acadêmicas e de pesquisa, além do compromisso diário com a qualificação do cuidado em saúde.

A FAMERP, a Comissão de Residência Multiprofissional (COREMU) e a Comissão de Aperfeiçoamento (COAPRIMO) parabenizam os residentes e aperfeiçoandos que finalizaram seus programas. A instituição destaca a importância da formação interdisciplinar e reafirma seu compromisso com a excelência no ensino e na assistência, desejando êxito aos profissionais na continuidade de suas trajetórias.

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:

Semana da Ética reforça compromisso da FAMERP com integridade no serviço público

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) realiza a Semana da Ética, reforçando seu compromisso com a integridade, a responsabilidade e a transparência no serviço público. A iniciativa faz referência ao Dia Internacional da Ética, celebrado em 23 de fevereiro, data que destaca a importância da conduta ética como fundamento da Administração Pública.

No contexto da gestão pública, a ética é elemento essencial para fortalecer a confiança entre o Estado e a sociedade. Ela se traduz em decisões responsáveis, na correta aplicação dos recursos públicos, na observância da legalidade, na imparcialidade e na integridade das ações institucionais. A adoção de práticas éticas contribui para a credibilidade das instituições e para a oferta de serviços públicos de qualidade à população.

Como instituição pública vinculada ao Governo do Estado de São Paulo, a FAMERP reafirma, durante a Semana da Ética, seu alinhamento aos valores da Administração Pública paulista (ética, responsabilidade, transparência, profissionalismo e respeito) que orientam a atuação dos agentes públicos e consolidam a cultura de integridade no setor público.

O Código de Ética da Administração Pública direta e autárquica do Estado de São Paulo estabelece princípios, valores e diretrizes que norteiam a conduta dos agentes públicos, incluindo servidores, docentes, colaboradores, estagiários e demais profissionais que atuam na instituição. O documento tem como objetivo fortalecer a cultura ética, assegurar o uso adequado dos recursos públicos e garantir a prestação de serviços eficientes e responsáveis à sociedade.

A ética no serviço público exige compromisso permanente com o interesse coletivo. Significa atuar com transparência, responsabilidade e profissionalismo, prevenindo desvios e assegurando que as decisões institucionais estejam sempre orientadas pelo bem comum.

Ao promover a Semana da Ética, a FAMERP reforça seu papel na construção de uma Administração Pública mais íntegra, eficiente e comprometida com a cidadania. A instituição destaca que a cultura de integridade é resultado de atitudes cotidianas e do engajamento contínuo de toda a comunidade acadêmica e administrativa.

A ética permanece como diretriz central para o fortalecimento institucional e para a consolidação de uma gestão pública responsável, transparente e voltada ao atendimento das necessidades da sociedade.

Gostou? Compartilhe nas redes sociais:
             Ouvidoria
SIC