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FAMERP visita PUCPR para conhecer projetos e estratégias de internacionalização

Uma comissão da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) realizou, nos dias 20 e 21 de agosto, uma visita institucional à Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em Curitiba. O objetivo foi conhecer projetos e experiências desenvolvidos pela universidade, com atenção especial às ações voltadas à internacionalização do ensino, da pesquisa e da formação universitária.

A comissão da FAMERP foi formada pela assessora técnica Dra. Kenia Giacchetto, pela diretora-adjunta de Pesquisa, Profa. Dra. Erika Pavarino, pela diretora-adjunta de Extensão, Profa. Dra. Beatriz Barco, pela Profa. Dra. Giovana Vidotti, especialista em Relações Internacionais, e por Noelle Peres Klafke, diretora de centro da Diretoria-Adjunta de Extensão.

O grupo foi recepcionado pela Profa. Paula C. Trevilatto, Pró-Reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da PUCPR, e pelo Prof. Dr. Marcelo Távora Mira, que é professor Titular do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Saúde da PUCPR e coordena pesquisas em genética humana e de microrganismos, com ênfase no mapeamento genético de doenças complexas, especialmente hanseníase e vitiligo.

Durante a visita, as representantes conheceram iniciativas da PUCPR e puderam trocar experiências sobre estratégias institucionais que ampliam a inserção internacional das universidades e criam novas oportunidades de cooperação acadêmica e científica.

Participação no XIII SPIn
Na sexta-feira (21), a programação da visita incluiu o XIII Simpósio PUCPR de Internacionalização (SPIn), permitindo que as representantes da FAMERP acompanhassem discussões e experiências relacionadas às novas estratégias de internacionalização do ensino superior.

Um dos destaques da programação foi a conferência de abertura ministrada pelo Prof. Dr. Marcelo Távora Mira, ex-diretor da PUCPR Internacional, dedicada à trajetória da internacionalização na universidade paranaense. A apresentação abordou experiências, projetos e estratégias adotados ao longo dos últimos anos, incluindo iniciativas inovadoras, parcerias estratégicas, novos formatos de mobilidade acadêmica e ações de internacionalização desenvolvidas dentro da própria universidade.

O simpósio também apresentou experiências de internacionalização desenvolvidas pelas diferentes escolas da PUCPR, como projetos colaborativos internacionais, disciplinas ministradas em língua estrangeira, mobilidade docente, ações interculturais e outras iniciativas destinadas a aproximar instituições e parceiros estrangeiros da experiência acadêmica dos estudantes.

Outro eixo da programação discutiu estratégias para fortalecer Curitiba como destino acadêmico internacional, envolvendo temas como atração de estudantes estrangeiros, programas de curta duração, oferta acadêmica em inglês, acolhimento intercultural e integração dos estudantes internacionais com a cidade.

FAMERP abre inscrições para o XXIII CAIC e III Encontro da Pós-Graduação; trabalhos científicos podem ser submetidos até 9 de setembro

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) abriu as inscrições para o XXIII Congresso Anual de Iniciação Científica (CAIC) e o III Encontro da Pós-Graduação (EPG), que serão realizados nos dias 20 e 21 de outubro de 2026, no Centro de Convenções da FAMERP, em São José do Rio Preto (SP), em formato 100% presencial. Estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e profissionais interessados em apresentar pesquisas já podem submeter resumos até o dia 9 de setembro. As inscrições para participação no evento seguem abertas até 20 de outubro e devem ser feitas pelo site oficial: https://caic.famerp.br.

Promovido pela FAMERP, o congresso reúne estudantes, docentes e pesquisadores da instituição e de outras universidades da região para apresentação de trabalhos científicos, palestras e atividades voltadas à pesquisa e à formação acadêmica. A programação foi organizada para incentivar a divulgação da produção científica desenvolvida na graduação e na pós-graduação, além de aproximar pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento.

“O congresso é uma oportunidade para que estudantes e pesquisadores apresentem seus trabalhos, compartilhem experiências e conheçam pesquisas desenvolvidas em diferentes áreas. O evento mostra a qualidade da produção científica da FAMERP e incentiva novos projetos de pesquisa”, afirma a Profa. Dra. Érika Cristina Pavarino, diretora-adjunta de Pesquisa e presidente do XXIII CAIC.

“O encontro reúne pesquisadores, estudantes e profissionais em torno da ciência. Além de contribuir para a formação acadêmica, aproxima instituições e reforça a importância da pesquisa para o desenvolvimento da saúde e para São José do Rio Preto, que se destaca como um polo regional de ensino e pesquisa” destaca o Prof. Dr. Maurício Nogueira Lacerda, diretor-adjunto de Pós-Graduação e presidente do III Encontro da Pós-Graduação.

Programação
Entre os destaques da programação está a Palestra Magna “Ciência e Políticas Públicas – Conhecimento no Combate à Desinformação”, que será moderada pelo Prof. Dr. Marcelo Arruda Nakazone e ministrada pela Profa. Dra. Soraya S. Smaili, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). A conferência abordará a contribuição da ciência para a formulação de políticas públicas e o enfrentamento da desinformação.

Ao longo dos dois dias também serão realizadas apresentações de trabalhos científicos e atividades voltadas à graduação e à pós-graduação. Os participantes inscritos terão direito a certificado.

A organização do XXIII CAIC e III Encontro da Pós-Graduação envolve docentes, pesquisadores e estudantes da FAMERP. Além dos presidentes dos dois eventos, participam da coordenação o Prof. Dr. José Fernando Vilela Martin, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; a Profa. Dra. Daniele Alcalá Pompeo, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem; e a Profa. Dra. Maria Jaqueline Coelho Pinto, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia e Saúde. A comissão organizadora também reúne docentes e representantes discentes da graduação e da pós-graduação, responsáveis pelo planejamento e pela realização do congresso.

Os participantes que desejam apresentar pesquisas devem ficar atentos ao cronograma. A submissão de resumos segue até 9 de setembro. Entre 10 e 13 de setembro, a Comissão Organizadora fará a separação dos trabalhos. A avaliação dos resumos ocorrerá de 14 a 22 de setembro, com divulgação da lista de aprovados em 24 de setembro. As salas e os horários das apresentações serão publicados no dia 8 de outubro, no site oficial do evento.

Serviço
XXIII Congresso Anual de Iniciação Científica (CAIC) e III Encontro da Pós-Graduação (EPG)

Data: 20 e 21 de outubro de 2026
Local: Centro de Convenções da FAMERP – São José do Rio Preto
Formato: 100% presencial
Inscrições: até 20 de outubro de 2026
Submissão de resumos: até 9 de setembro de 2026
Lista de trabalhos aprovados: 24 de setembro de 2026
Divulgação das salas e horários das apresentações: 8 de outubro de 2026
Certificação: participantes inscritos receberão certificado.
Mais informações e inscrições: https://caic.famerp.br

 

CAIC e Encontro da Pós-Graduação da FAMERP serão realizados nos dias 20 e 21 de outubro

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) já definiu a data de um dos principais eventos do seu calendário acadêmico. O XXIII Congresso Anual de Iniciação Científica (CAIC) e o III Encontro da Pós-Graduação acontecerão nos dias 20 e 21 de outubro, no Centro de Convenções da instituição.

Reconhecidos como importantes espaços de divulgação e valorização da produção científica, os eventos reúnem pesquisadores, docentes, alunos e profissionais da área da saúde para compartilhar conhecimentos, apresentar resultados de pesquisas e fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e prática clínica.

Além de incentivar a produção científica, o CAIC e o Encontro da Pós-Graduação contribuem para o desenvolvimento acadêmico dos participantes, promovendo o intercâmbio de experiências e estimulando a formação de novos pesquisadores.

A FAMERP convida toda a comunidade acadêmica a reservar a data e iniciar os preparativos para a apresentação de trabalhos científicos. Em breve serão divulgadas as informações sobre as inscrições para submissão de trabalhos e a programação completa do evento.

Serviço
XXIII Congresso Anual de Iniciação Científica (CAIC) e III Encontro da Pós-Graduação da FAMERP
📅 20 e 21 de outubro
📍 Centro de Convenções da FAMERP

CENAP recebe pesquisas e projetos da comunidade FAMERP e Funfarme

A produção científica de qualidade exige mais do que boas ideias. Rigor metodológico, alinhamento institucional e suporte técnico são fundamentais para o sucesso de um projeto. Nesse contexto, o Centro de Apoio à Pesquisa (CENAP) oferece apoio à qualificação técnica, metodológica e editorial de projetos científicos já concebidos pelas equipes de pesquisa.

É importante destacar que o CENAP não elabora projetos de pesquisa. Seu papel é apoiar e aprimorar propostas existentes, contribuindo para o fortalecimento da produção científica institucional.

Quem pode submeter projetos?

  • Profissionais vinculados à FAMERP e Funfarme;
  • Docentes e pesquisadores da FAMERP;
  • Discentes, desde que com supervisão formal;
  • Colaboradores técnicos com supervisão institucional.

Todos os projetos devem possuir vinculação institucional.

Passo a passo para submissão
O processo de submissão foi estruturado para ser simples e organizado:

  • Faça login no site (www.cenaphb.com.br) do CENAP ou crie uma nova conta.
  • Preencha o formulário com todas as informações do projeto.
  • Envie os documentos necessários em formato PDF.
  • Aguarde a análise inicial, que ocorre em até 30 dias.

Projetos com pendências poderão retornar aos pesquisadores para adequações antes de avançarem para as próximas etapas.

Fases do processo de avaliação

O fluxo de avaliação do CENAP é conduzido de forma sequencial e integrada. Inicialmente, ocorre a submissão digital do projeto de pesquisa completo por meio do sistema institucional. Na sequência, é realizada uma triagem técnica e documental, que verifica a completude das informações e o atendimento aos requisitos obrigatórios.

Uma vez superada essa etapa, o projeto é encaminhado para a avaliação científica pelo Comitê Científico, que analisa de maneira aprofundada aspectos como viabilidade, qualidade metodológica, relevância científica e conformidade ética.

Posteriormente, os pareceres são consolidados e submetidos à deliberação final do Comitê Científico, que decide pela aprovação, solicitação de ajustes ou indeferimento do projeto, com a emissão dos pareceres consolidados.

Após a aprovação, o CENAP mantém o acompanhamento técnico do projeto até a publicação dos resultados, monitorando relatórios, eventuais alterações aprovadas e a conformidade das produções científicas derivadas.

Critérios de avaliação científica
Os projetos são avaliados com base em quatro dimensões principais, cada uma com pontuação de 0 a 10:

  • Qualidade metodológica;
  • Relevância e originalidade;
  • Viabilidade técnica;
  • Impacto institucional.

Cada proposta é analisada por dois pareceristas, e a deliberação final é realizada pelo Comitê Científico, instância máxima do CENAP. A nota final é calculada automaticamente conforme pesos institucionais previamente definidos e as faixas de decisão decidem a indicação do projeto:

  • Nota entre 0 e 5,9 – retorno para ajustes com mentoria;
  • Nota igual ou superior a 6,0 – projeto aprovado.

Acompanhamento pós-aprovação
O apoio do CENAP não se encerra com a aprovação do projeto. A instituição realiza acompanhamento técnico contínuo, incluindo a análise de relatórios de progresso, avaliação de eventuais alterações no protocolo e conferência das publicações científicas resultantes. Esse monitoramento assegura a conformidade ética e o alinhamento institucional ao longo de toda a execução da pesquisa.

Fortalecimento da pesquisa científica
Ao oferecer suporte especializado e acompanhamento contínuo, o CENAP contribui para o fortalecimento da pesquisa científica e para a geração de conhecimento com impacto institucional e social.
Pesquisadores vinculados à FAMERP e Funfarme são incentivados a submeter seus projetos e aproveitar essa oportunidade de qualificação.

Canais de contato:
www.cenaphb.com.br/submissão
(17) 3201-5157
cenap@hospitaldebase.com

Pesquisadores da FAMERP que participaram de estudo da vacina contra a dengue foram imunizados

A equipe de pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) que participou do estudo clínico da vacina contra a dengue foi imunizada na tarde da última sexta-feira (13), no Centro de Pesquisas Clínicas da instituição, localizado no bairro Vila Toninho. Ao todo, 32 profissionais foram vacinados.

As doses foram disponibilizadas pelo Instituto Butantan e integram o protocolo adotado pelo instituto de imunizar todas as equipes envolvidas nas pesquisas para o desenvolvimento do imunizante. No estado de São Paulo, a primeira etapa desta campanha de vacinação teve início no último dia 9, com 99 mil doses destinadas aos profissionais da Atenção Primária à Saúde, de 645 municípios. Do total de doses enviadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), 5.392 doses foram destinadas ao Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de Rio Preto e 1.369 ao GVE de Jales.

A FAMERP foi o único centro de pesquisa parceiro do Butantan no interior do estado de São Paulo, na condução do estudo que comprovou a segurança e a eficácia da vacina Butantan-DV. Os dados produzidos pela instituição integraram o conjunto de evidências que fundamentaram o parecer favorável da Anvisa para registro do imunizante.

A vacina apresentou eficácia global de 74,7% contra a dengue sintomática na população de 12 a 59 anos e proteção superior a 89% contra formas graves e com sinais de alarme, conforme resultados publicados em periódicos científicos internacionais. O imunizante é o primeiro contra a dengue em dose única e com proteção contra os quatro sorotipos do vírus.

O virologista e diretor-adjunto de Pós Graduação da FAMERP, Prof. Dr. Maurício Lacerda Nogueira, destaca o significado científico da vacinação da equipe. “Este é um momento que simboliza o encerramento de um ciclo extremamente rigoroso de pesquisa clínica. Acompanhar voluntários por anos, produzir dados consistentes e contribuir para demonstrar a segurança e a eficácia de uma vacina 100% nacional é motivo de grande responsabilidade e satisfação”, afirmou.

Referência internacional em arboviroses e um dos coordenadores científicos da pesquisa, o professor Nogueira ressalta que “ver essa vacina sendo aplicada na própria equipe é a concretização de um trabalho científico sólido que começou muito antes da campanha de imunização”.

A infectologista Profa. Dra. Cássia Estofolete também concorda. “Esse é um momento muito importante, especialmente para nós, que conhecemos o peso real das doenças. Quem está no estudo vê de perto hospitalização, complicações, impacto em família e em sistema de saúde. Pesquisa é responsabilidade. Nós pedimos a confiança das pessoas: ‘venha, participe!’. E quando eu me vacino, mostro que confio no método, nos dados e no processo de segurança que eu mesma ajudei a colocar de pé”, destacou.

Parceria com o Instituto Butantan
Principal parceira do Instituto Butantan no interior do estado de São Paulo, a FAMERP teve papel central na produção das evidências científicas que hoje embasam a estratégia nacional de imunização contra a dengue.

“É uma parceria sólida, com anos de duração. A ideia é que o Instituto Butantan, como desenvolvedor de vacinas e outros imunobiológicos de interesse especial para o SUS, identifique parceiros estratégicos com alto conhecimento científico no Estado de São Paulo. E a FAMERP é um desses parceiros estratégicos, pelo know-how tanto de recursos humanos como em pesquisas e pessoas que sabem fazer pesquisa clínica”, afirma José Moreira, diretor de Matéria Médica do instituto.

O Butantan é o maior produtor de vacinas e soros da América Latina e o principal fabricante de imunobiológicos do Brasil, responsável por 100% das vacinas contra influenza utilizadas na Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Referência internacional em qualidade e eficiência, o instituto lidera projetos estratégicos para a segurança sanitária do país.

Pesquisadores da Famerp testam medicamento para melhorar aproveitamento de rins em transplantes

Uma pesquisa conduzida por cientistas da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) investiga o uso do anakinra — fármaco já aprovado no Brasil para o tratamento da artrite reumatoide — como uma estratégia para reduzir processos inflamatórios em rins de doadores falecidos antes do transplante. A iniciativa busca ampliar o aproveitamento dos órgãos e melhorar os resultados clínicos dos transplantes renais.

O estudo, apoiado pela FAPESP, foi reconhecido como o melhor trabalho científico no Congresso Latino-Americano de Transplantes, realizado em outubro de 2025, no Paraguai. A pesquisa é coordenada pelos pesquisadores Prof. Dr. Mário Abbud Filho e Profa. Dra. Heloísa Cristina Caldas, docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Famerp. Para o nefrologista Dr. Abbud Filho, a proposta responde a uma demanda urgente do sistema de transplantes brasileiro. “Trata-se de usar uma droga segura e já incorporada à prática médica para melhorar a condição do órgão antes do implante”, afirma.

O Brasil enfrenta um desequilíbrio entre oferta e demanda por órgãos. Mais de 30 mil pessoas aguardam por um transplante renal, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Apesar dos avanços na captação, cerca de 30% dos rins provenientes de doadores falecidos acabam descartados todos os anos por não atenderem a critérios considerados ideais no momento do transplante.

Embora o transplante seja a alternativa mais eficaz para pacientes com doença renal crônica, o pós-operatório ainda apresenta desafios importantes. No país, a maioria dos receptores de rins de doadores falecidos desenvolve uma disfunção renal temporária logo após o procedimento, o que prolonga a necessidade de diálise e aumenta o tempo de internação hospitalar.

De acordo com o Prof. Dr. Mário Abbud Filho, esse cenário está fortemente relacionado às condições de preservação dos órgãos. O período em que o rim permanece fora do corpo, submetido a baixas temperaturas e sem oxigenação adequada, favorece processos inflamatórios que comprometem seu funcionamento inicial após o transplante.

Além disso, rins provenientes de doadores com idade avançada ou comorbidades — conhecidos como doadores de critérios estendidos — apresentam maior risco de complicações e são frequentemente recusados, mesmo quando poderiam ser utilizados com segurança. A pesquisa da Famerp busca justamente alternativas para recuperar e preservar melhor esses órgãos.

Uma das tecnologias mais eficazes para esse fim é a perfusão renal em máquina, método que mantém o rim irrigado com solução oxigenada até o transplante. Apesar dos benefícios, o alto custo limita seu uso no Brasil. Por isso, os pesquisadores avaliaram o potencial do anakinra como uma solução farmacológica capaz de reduzir a inflamação mesmo em contextos de preservação mais simples.

Os pesquisadores destacam que a incorporação da perfusão renal em máquina no Sistema Único de Saúde (SUS) poderia ampliar significativamente o aproveitamento de rins de doadores de critérios estendidos, além de abrir caminho para estratégias terapêuticas inovadoras durante a preservação dos órgãos. Enquanto essa tecnologia ainda não está amplamente disponível no país, a associação entre perfusão em máquina e terapias farmacológicas representa uma perspectiva promissora para qualificar o transplante renal no Brasil.

Segundo a Profa. Dra. Heloísa Cristina Caldas, a inflamação se inicia ainda no doador e pode se intensificar durante o período de armazenamento do órgão. “A ideia foi intervir nesse processo antes do transplante, preservando melhor o tecido renal e favorecendo a recuperação do órgão após o transplante”, explica.

O estudo experimental foi realizado em parceria com a University Medical Center Groningen, nos Países Baixos, utilizando rins de suínos, modelo considerado semelhante ao humano. Os órgãos foram submetidos a diferentes protocolos de perfusão, com e sem o medicamento, em temperaturas controladas.

Os resultados indicaram redução significativa de marcadores inflamatórios nos rins tratados com anakinra, sem evidência de toxicidade ou prejuízo estrutural ao tecido renal. “Os dados mostram que é possível modular a resposta inflamatória do órgão antes do transplante”, explica a pesquisadora Ludimila Leite Marzochi, autora principal do trabalho.

A próxima etapa da pesquisa prevê testes em rins humanos descartados para transplante, em colaboração com um centro de pesquisa nos Estados Unidos. A expectativa é avançar para aplicações mais próximas da prática clínica e avaliar a viabilidade do uso do medicamento em larga escala.

Segundo o Prof. Dr. Mário Abbud Filho, caso os resultados se confirmem, o anakinra poderá ser incorporado até mesmo ao método tradicional de preservação estática, utilizado na maioria dos centros transplantadores brasileiros. “Isso permitiria ganhos clínicos relevantes sem a necessidade de investimentos elevados em novos equipamentos”, destaca.

Para a equipe da Famerp, a pesquisa reforça a importância de soluções que aliem inovação científica, viabilidade econômica e impacto direto no atendimento aos pacientes. O objetivo final é aumentar o número de rins utilizáveis e melhorar os resultados dos transplantes renais no país.

Famerp recebe doação internacional para Fundo em apoio à pesquisa cardiológica

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) oficializou nesta quarta-feira (17) a criação do Fundo Marcos Centola, destinado a apoiar a formação científica de estudantes de graduação e pós-graduação na área de cardiologia. O fundo foi viabilizado por uma doação internacional de US$ 11 mil, realizada em homenagem ao engenheiro rio-pretense Marcos Centola, morto em novembro de 2024, aos 71 anos de idade.

Nascido em São José do Rio Preto, Marcos Centola tornou-se um profissional de destaque internacional na engenharia de dispositivos médicos, contribuindo para tecnologias que hoje salvam vidas em todo o mundo. Atuou em centros de inovação nos Estados Unidos e Alemanha, onde consolidou sua trajetória como referência global.

“Na Europa é muito comum a arrecadação de doações para uma causa em homenagem à morte de uma pessoa querida. Com a morte do engenheiro Marcos Centola, seus amigos criam um fundo destinado à formação científica. Eles escolheram investir esse recurso na Famerp porque é um instituição pública, de excelência, localizada na cidade natal do Marcos Centola”, explica o diretor-geral da FAMERP, Prof. Dr. Helencar Ignácio.

Segundo diretor, a doação representa um gesto de amizade, respeito e reconhecimento profissional, vindo de colegas e parceiros que trabalharam diretamente com o rio-pretense.

A iniciativa foi encabeçada por Thomas Bogenschüetz, presidente da Medical Valley in Hechingen, que é um centro de inovação em tecnologia médica em Baden-Württemberg, na Alemanha. Essa rede ativa conta com mais de 70 empresas de tecnologia médica – entre elas a MEDIRA e a QATNA –, além de fornecedores e prestadores de serviços.

“Embora a Medical Valley seja sediada na Alemanha, os amigos escolheram uma faculdade pública brasileira para realizar a homenagem por causa da origem e do legado do Marcos Centola. Sua trajetória internacional era motivo de orgulho para colegas alemães, que viam em sua história um exemplo de excelência científica e impacto humano”, afirmou Thomas Bogenschüetz, cofundador e CEO da MEDIRA. “A criação do Fundo Marcos Centola destaca o reconhecimento internacional à trajetória profissional do nosso amigo, que foi referência global em dispositivos médicos cardiovasculares”, explica.

Durante a cerimônia, Thomas Bogenschüetz e representantes da família Centola entregaram o cheque simbólico, no valor de US$ 11 mil, ao diretor geral da Famerp. Além da viúva, Ana Maria Centola, filhos e irmãos do homenageado, também estavam presentes dirigentes e docentes da Famerp, da FAEPE (Fundação de Apoio ao Ensino Famerp), FUNFARME (Fundação Faculdade Regional de Medicina de Rio Preto), CIP (Centro Integrado de Pesquisa) do Hospital de Base, além de cardiologistas e pesquisadores das instituições.

Fundo Marcos Centola
O Fundo Marcos Centola irá financiar atividades como participação de estudantes em congressos internacionais, intercâmbios acadêmicos e projetos de formação científica avançada na área de cardiologia, ampliando oportunidades e impactando a carreira de novos profissionais.

Com a criação do fundo, a contribuição retorna simbolicamente à cidade natal de Marcos Centola, beneficiando jovens pesquisadores brasileiros e perpetuando os valores de criatividade, ética e inovação que marcaram sua carreira.

Quem foi Marcos Centola
Nascido em São José do Rio Preto, em 1953, Marcos Pereira Centola construiu carreira de projeção internacional na engenharia de dispositivos médicos. Formado pela Universidade Mackenzie, ingressou no setor médico no fim dos anos 1980, deixando o seu maior legado.

Na Braile, destacou-se por programas endovasculares que o levaram ao cenário global. Em 2007, passou a liderar projetos na JOTEC e, consequentemente, integrou o centro de inovação em tecnologia Medical Valley. Na JOTEC criou o sistema Squeeze to Release, hoje utilizado no mundo todo, passando a ser referência em tecnologias para aneurisma de aorta.

Criativo e incansável, somou mais de dez patentes, gerou centenas de empregos e contribuiu diretamente para salvar vidas ao redor do planeta, entre elas a MEDIRA, a QATNA e a NVT — onde lançou o dispositivo Allegra TAVR, aprovado na Europa em 2017.

A MEDIRA é empresa de tecnologias inovadoras para o tratamento de doenças das válvulas cardíacas, e desenvolve soluções que apoiam médicos no tratamento de pacientes cardíacos de forma simples, segura e rápida — missão à qual o engenheiro Marcos dedicou sua vida profissional. Já a QATNA é uma empresa inovadora de tecnologia médica especializada em soluções estruturais para o coração. Ela faz parte da Medical Valley in Hechingen, que é o centro de inovação em tecnologia médica em Baden-Württemberg.

Após se aposentar e retornar ao Brasil, seguiu ativo como consultor até falecer em novembro de 2024. O Fundo Marcos Centola homenageia sua trajetória de impacto humano, científico e internacional, e agora inspira novas gerações de estudantes da Famerp.

Fotos: Johnny Torres / Famerp Divulgação

Vacina do Butantan contra a dengue reduz carga viral e pode conter transmissão da doença

Estudo recém-publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas mostra que a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan é capaz de frear a replicação do vírus quando a infecção ocorre – os chamados breakthrough cases (casos de escape vacinal). Para o paciente, dizem os autores, isso pode representar sintomas menos graves e menor risco de complicações. Do ponto de vista da saúde pública, uma baixa carga viral está associada a uma redução no risco de transmissão do vírus para os mosquitos.

“Esse dado preliminar sugere que a vacinação pode ter um efeito importante na circulação do vírus, ajudando a minimizar novos surtos da doença. Mas é algo que ainda precisamos confirmar com novos estudos”, afirma Maurício Lacerda Nogueira, professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e autor correspondente do artigo. O estudo contou com a participação de Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan que esteve à frente dos testes clínicos da vacina.

Desenvolvida com apoio inicial da FAPESP, a Butantan-DV foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim de novembro e deve começar a ser oferecida na rede pública de saúde em 2026 para pessoas entre 12 e 59 anos. Dados da terceira fase de testes clínicos, com mais de 16 mil voluntários de 14 Estados brasileiros, indicam que o imunizante tem 74,7% de eficácia geral, 91,6% de eficácia contra a dengue grave e 100% de eficácia contra hospitalizações por dengue.

A pesquisa liderada por Nogueira e apoiada pela FAPESP foi feita com amostras de sangue de participantes do estudo clínico de fase 3. Foram analisadas 365 amostras positivas para o vírus (sorotipos 1 e 2, que estavam em circulação entre 2016 e 2021, quando ocorreu a fase 3), divididas em dois grupos: o dos vacinados e o de indivíduos que receberam placebo. O objetivo foi analisar a diversidade genética do vírus e compará-la entre vacinados e não vacinados.

Foram sequenciados os genomas virais completos de 160 amostras e, com os dados, foi montada a “árvore genealógica” do vírus (análise filogenética). “Uma das dúvidas que buscamos responder é se haveria alguma linhagem viral associada ao escape vacinal, ou seja, se a vacina estaria protegendo apenas contra algumas linhagens e deixando escapar outras. E vimos que isso não estava acontecendo. As cepas eram as mesmas nos dois grupos analisados”, conta Nogueira.

Outro objetivo foi verificar se a vacina estaria exercendo uma pressão seletiva sobre o patógeno, isto é, favorecendo o surgimento de variantes capazes de driblar os anticorpos induzidos pela vacina. Com auxílio de modelos computacionais, os pesquisadores analisaram as mutações que estavam ocorrendo dentro de cada participante. Os dados indicam que não houve diferença nas taxas de mutação entre vacinados e não vacinados.

Ao olhar a diversidade genética do vírus dentro de cada indivíduo, por meio de uma técnica conhecida como deep sequencing, os cientistas concluíram que – ao menos neste primeiro momento do ensaio clínico – o sistema imune treinado pela vacina não estava selecionando variantes raras ou perigosas dentro do organismo dos imunizados. “Este é mais um dado que mostra a segurança e a eficácia dessa vacina”, afirma Nogueira.

Contexto epidemiológico

Considerada uma região hiperendêmica para dengue, no Brasil é comum que diversas linhagens do vírus circulem simultaneamente. Em 2024, quando ocorreu a maior epidemia da história do país, com mais de 6 milhões de casos e 6 mil mortes confirmadas, os sorotipos predominantes foram o DENV-1 e o DENV-2.

No estudo agora publicado, os autores analisaram a circulação viral durante toda a fase 3 dos testes clínicos da Butantan-DV (2016-2021). Os sorotipos predominantes foram o DENV-1 e o DENV-2, motivo pelo qual a análise filogenética se concentrou neles. Casos de DENV-3 e DENV-4 foram raros nesses cinco anos e, segundo os autores, a eficácia da Butantan-DV contra esses sorotipos continuará sendo avaliada em estudos futuros, à medida que novos dados se tornem disponíveis.

Fonte: Karina Toledo | Agência FAPESP

O artigo Dengue virus genetic diversity in unvaccinated and vaccinated dengue-infected individuals: an observational analysis of the Butantan-DV phase 3 trial in Brazil pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X25003205?via%3Dihub.

Cientista da Famerp recebe reconhecimento internacional e figura entre os cientistas brasileiros mais influentes

O virologista Prof. Dr. Maurício Lacerda Nogueira, docente e diretor adjunto de Pós-Graduação da Famerp, está na lista dos 107 cientistas brasileiros que mais influenciam decisões no mundo, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (6 de novembro), pela Agência Bori em parceria com a plataforma Overton. Além disso, ele também foi homenageado pela American Society of Tropical Medicine and Hygiene (ASTMH) com o título de Distinguished International Fellow, uma das mais altas distinções em medicina tropical e saúde global.

O professor aparece na 63ª colocação do ranking do relatório realizado em parceria entre a Agência Bori e a Overton, plataforma internacional que rastreia como evidências científicas são usadas em políticas públicas ao redor do mundo. A análise identificou 107 pesquisadores brasileiros com pelo menos 150 citações em documentos estratégicos, relatórios técnicos e pareceres utilizados por governos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil entre 2019 e novembro de 2025.

O trabalho reconhece os pesquisadores nacionais cujas descobertas têm embasado decisões estratégicas de governos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil. O virologista está na lista que inclui 22 pesquisadores da área de doenças infecciosas e vacinas, que tiveram papel decisivo em políticas de resposta a surtos de zika, dengue e Covid-19 e em decisões relacionadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Reconhecido por sua trajetória em pesquisas sobre viroses e imunizações, o Prof. Dr. Maurício Lacerda Nogueira tem papel central no enfrentamento de epidemias no Brasil e no mundo. Ele foi responsável por estudos nas pandemias de Zika e Covid-19, de novas técnicas diagnósticas e contribuíram para o desenvolvimento da vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan.

Essas pesquisas ajudaram a orientar políticas de saúde pública e estratégias de vigilância epidemiológica, influenciando decisões de órgãos como o Ministério da Saúde, agências regulatórias e instituições multilaterais.

“Fazer parte desse levantamento é um reconhecimento coletivo: da Famerp, de nossos alunos, colegas e grupos de pesquisa com os quais colaboramos. A ciência só tem sentido quando ultrapassa os muros da universidade e contribui para melhorar a vida das pessoas”, afirma o Prof. Dr. Maurício Lacerda Nogueira. “Ver nossas pesquisas servindo de base para políticas públicas mostra que o conhecimento pode transformar realidades. Esse é o papel da ciência e o compromisso da Famerp com a sociedade”, destaca.

Em setembro deste ano, o pesquisador também foi listado em levantamento da Universidade de Stanford (EUA) entre os cientistas mais influentes do mundo, reforçando o impacto internacional de sua produção científica e a relevância de sua atuação no campo da virologia.

Para o diretor-geral da Famerp, Prof. Dr. Helencar Ignácio, o reconhecimento de Nogueira reflete o papel estratégico da instituição na formação e produção científica do país.

“A pesquisa científica tem um papel essencial na transformação da sociedade. É com base em evidências produzidas por nossos pesquisadores que políticas públicas ganham consistência e legitimidade. Na Famerp, esse compromisso é permanente: formar profissionais éticos e promover a ciência que contribui diretamente para o bem-estar da população”, afirma.

“As conquistas do Prof. Dr. Maurício Lacerda Nogueira reafirmam o compromisso da Famerp, instituição pública vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) do Estado de São Paulo, com a formação de médicos e pesquisadores preparados para transformar conhecimento em impacto social”, complementa o diretor-geral.

Virologista é homenageado pela American Society of Tropical Medicine and Hygiene
O Prof. Dr. Maurício Lacerda Nogueira também será reconhecido este ano pela American Society of Tropical Medicine and Hygiene (ASTMH) com o título de Distinguished International Fellow, uma das mais altas distinções internacionais na área de medicina tropical e saúde global.

O prêmio homenageia profissionais não norte-americanos “que tenham feito contribuições eminentes e duradouras ao campo, impactando de forma significativa a compreensão de doenças tropicais e os resultados em saúde pública ao longo de suas carreiras.”

Com uma trajetória marcada por liderança científica, pesquisa de ponta e compromisso com o fortalecimento da capacidade científica na América Latina, o Dr. Nogueira passa a integrar um seleto grupo de especialistas cuja atuação transformou o entendimento e o combate a doenças infecciosas no mundo.

O Brasil tem papel de destaque histórico no prêmio, figurando entre os países com maior número de homenageados — 15 cientistas desde 1991 — e consolidando-se como um dos principais polos de excelência mundial em medicina tropical, imunologia e virologia. Pesquisadores brasileiros têm sido continuamente reconhecidos nas últimas décadas por suas contribuições no estudo de arboviroses, doenças negligenciadas e saúde pública global.

A homenagem será oficialmente apresentada durante o ASTMH Annual Meeting 2025, que ocorrerá na próxima semana em Toronto, Canadá, reunindo pesquisadores, profissionais de saúde e formuladores de políticas de todo o mundo.

Foto: Johnny Torres / Famerp Divulgação

Prazo de Submissão de Projetos PIBIC/FAMERP e PIBIC/CNPq é Prorrogado

Pesquisadores e Orientadores,

A Diretoria Adjunta de Pesquisa (DAPe) informa que o prazo para inscrição e submissão dos projetos de Iniciação Científica, nas modalidades PIBIC/FAMERP e PIBIC/CNPq, foi prorrogado até o dia 26 de maio de 2025, às 23h59 (horário de Brasília).

Reforçamos abaixo algumas orientações importantes para evitar erros e garantir a correta submissão:

É fundamental que o pesquisador(a) leia atentamente todas as normas dos editais;

A responsabilidade pela submissão do projeto é do pesquisador, inclusive com o uso de seu próprio e-mail no formulário;

Para o envio de dois projetos em datas ou horários diferentes, é necessário assinalar “SIM” ao final do primeiro envio no campo “Pretende enviar outro projeto?”;

Cada pesquisador poderá submeter até dois projetos distintos por modalidade de bolsa;

A confirmação de submissão será enviada ao e-mail utilizado no login do formulário;

Caso haja necessidade de correção, será necessário solicitar a exclusão da inscrição anterior por meio do e-mail pesquisa@famerp.br, informando o nome completo do pesquisador e a categoria da inscrição (PIBIC/FAMERP ou PIBIC/CNPq). A DAPe responderá com as orientações para nova submissão;

O Plano de Atividades não entra na contagem das 10 páginas do projeto (consultar o edital no item “Da submissão”).

             Ouvidoria
SIC