Famerp integra rede de estudos para barrar novas pandemias
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Comunicado
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Fabiana Ribeiro Funes Curi, filha do estimado Professor Hamilton Funes, membro dedicado e respeitado de nossa comunidade acadêmica da Famerp.
Neste momento de luto, expressamos nossas mais sinceras condolências ao Professor Funes e sua família. A perda de um ente querido é uma tristeza que nos toca profundamente.
Como profissionais de saúde, compreendemos a complexidade emocional e a difícil tarefa de aceitar essa dolorosa realidade.
Encorajamos todos a se unirem em solidariedade para oferecer apoio ao Professor Funes e à sua família, proporcionando conforto e compaixão durante este momento difícil.
Que a memória de Fabiana seja lembrada como um testemunho de amor e inspiração.
Com nossas mais profundas condolências,
Comunidade Famerp
Uniformizar conceitos e relações de posição entre estruturas do Sistema Nervoso é fundamental para o diagnóstico preciso em Medicina. Entretanto, ainda não há consenso absoluto – nem conceitual e nem topográfico – nas duas últimas décadas para determinadas estruturas em Neuroanatomia.
É o que demonstrou o artigo científico publicado no periódico oficial da Sociedade Brasileira de Anatomia (SBA), de autoria do Departamento de Anatomia da Famerp, em colaboração com a Disciplina de Língua Inglesa da Famerp. A partir de um projeto de Iniciação Científica da acadêmica Heloiza Duarte dos Santos foram analisados compêndios, atlas, periódicos, dicionários etimológicos grecolatinos e a mais recente Terminologia Anatômica Mundial, a fim de avaliar eventuais contraposições conceituais ou topográficas em Neuroanatomia.
O resultado foi que não há uniformidade conceitual quanto a núcleos da base do telencéfalo, paleocerebelo, giro occipitotemporal medial, tálamo e corpúsculos axonais, e nem precisão topográfica para lemniscos espinal e medial, estrias medulares do quarto ventrículo e para os pares de nervos cranianos abducente, facial e vestibulococlear.
“Contraposições conceituais e topográficas são consequência direta do fato que muitos autores, nos dois últimos séculos, tenderam a copiar fielmente seus predecessores em vez de contrariar ou expor alternativas a dogmas estabelecidos de longa data. Efeitos dessas inadequações podem incluir imprecisões no aprendizado e, em Ciências da Saúde, risco de iatrogenia”, menciona Prof. Dr. Fernando Batigalia, Chefe do Departamento e estudioso da Anatomia Humana há 40 anos.
A finalização dessa compilação somente foi possível graças à atuação da Profa. Dra. Adília Maria Pires Sciarra (docente titular de Língua Inglesa Instrumental da Famerp) que avaliou, termo a termo, a significância e a precisão linguística da Nomina Anatômica quanto à sua versão em inglês. “Causa-nos muito orgulho poder efetivar sólida parceria acadêmica e utilizar toda a nossa experiência para renovar o conhecimento linguístico em Ciências da Saúde, especialmente, em Anatomia”, comenta Professora Adília.
O artigo foi publicado no periódico Journal of Morphological Sciences, e está disponível pelo link https://www.jmssba.com/_files/ugd/cb512e_cc4e26b70e2e4cee9e5ae1da6cbcce73.pdf.

Iniciativa visa criar projetos de pesquisas a longo prazo em redes nacionais e internacionais de cooperação científica
Sediado na Universidade Feevale, no Rio Grande do Sul, o Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCT) em Vigilância Genômica e Saúde Única iniciou suas atividades no final de 2023, e vai se estender até o ano de 2028. O anúncio do financiamento foi feito pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A instituição conta com a parceria de quatro estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além dos países Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido.
O projeto foi selecionado na última chamada pública do programa Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCTs) em 2022. O programa, criado em 2008, caracteriza-se por grandes projetos de pesquisa de longo prazo em redes nacionais ou internacionais de cooperação científica, envolvendo pesquisadores e bolsistas das mais diversas áreas para o desenvolvimento de projetos de alto impacto científico e formação de recursos humanos.
Para a formação da rede, o MCTI, o CNPq, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) destinarão recursos na ordem de R$ 5,3 milhões. A verba será disponibilizada para pesquisas de alto nível a serem desenvolvidas em conjunto. O INCT iniciou suas atividades no final de 2023, com as primeiras publicações e a alocação de recursos. Ainda em 2024, realizará o primeiro encontro presencial de toda a equipe.
Cada um dos INCTs atualmente em execução no Brasil atua em temas de diferentes áreas do conhecimento, seja Ciências Humanas, Biológicas, Exatas ou Agrárias, envolvendo milhares de pesquisadores e bolsistas em temáticas complexas. Os projetos são estruturados em subprojetos, muitos dos quais descentralizados nos diferentes laboratórios e centros que integram a rede de pesquisa.
Excelência em Produção Científica
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCT) deve contar, em sua coordenação, com uma instituição sede que apresente excelência em produção científica e/ou tecnológica, alta qualificação na formação de recursos humanos e capacidade para atrair recursos de outras fontes. O INCT será coordenado pelo professor Fernando Spilki, pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Universidade Feevale. O Diretor Adjunto de Pós-graduação da FAMERP, Prof. Mauricio Lacerda Nogueira, será o coordenador substituto do INCT.
Segundo Spilki, entre as atividades do grupo está monitorar a circulação de novos vírus em animais silvestres e verificar a dinâmica de circulação de diferentes agentes virais em seres humanos e animais domésticos. Também haverá recursos disponíveis para investigar casos novos e não resolvidos pelos métodos convencionais de diagnóstico, em diferentes espécies e em pessoas. “O projeto nos permite trabalhar na fronteira mais importante, no sentido de antecipar novas pandemias. Esse tipo de informação também é relevante no dia a dia para os órgãos que monitoram a saúde animal e humana e ainda para auxiliar na conservação de espécies da fauna brasileira”, explica.
O coordenador substituto do INCT, Maurício Lacerda Nogueira, professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), destaca a importância deste INCT, que é uma parceria entre vários institutos, para o estabelecimento de uma rede ativa e prospectiva de identificação dos riscos à saúde humana e animal. “Essa rede tem uma parte gerada pela Rede Corona-ômica.BR/MCTI, que já foi uma parceria de muito sucesso, liderada pelo Fernando Spilki e pela Universidade Feevale. Essa nova rede de vigilância vai nos permitir expandir não só questões de coronavírus, mas de outros patógenos que são importantes para a saúde humana e animal”, afirma.
De acordo com a pesquisadora Helena Lage Ferreira, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP), e também uma das pesquisadoras do programa, o INCT aprovado tem enfoque em vigilância genômica e saúde única. Ela destaca a união de redes estabelecidas durante a pandemia de Covid-19, como a Rede Corona-ômica.BR/MCTI (atuante na vigilância genômica de vírus), Rede Previr/MCTI (Rede Nacional de Vigilância de Vírus em Animais Silvestres), Rede Vírus Diagnóstico (envolvida no desenvolvimento de diagnóstico de Covid-19) e Rede Laboratório de Campanha.
Para a pesquisadora, haverá um grande impacto científico para o país, pois somará os esforços já estruturados para o monitoramento e os estudos avançados dos vírus emergentes e reemergentes, como Zika, SARS-CoV-2 e influenza aviária. “Com isso, teremos o INCT para impulsionar as pesquisas nessa área, juntando lideranças da virologia com diferentes perfis para monitorar e ajudar no controle dos vírus emergentes”, diz Helena.
Instituições participantes do INCT Vigilância Genômica e Saúde Única
Rio Grande do Sul
São Paulo
Minas Gerais
Mato Grosso do Sul
Alemanha
Estados Unidos
Reino Unido
A Famerp, por meio da Diretoria de Pós-graduação, encerra o ano de 2023 com números expressivos em defesas de dissertações de mestrado e teses de doutorado. 83 novos mestres e 20 novos doutores foram titulados pelos programas de Pós-graduação:
Este ano a pós-graduação da Famerp ofereceu à comunidade acadêmica oportunidades de troca de conhecimentos e experiências em conferências com a participação de pesquisadores renomados sobre temas atuais e relevantes no ensino de pós-graduação e pesquisa, iniciando pela aula magna de 2023 proferida pela Profa. Dra. Vanderlan Bolsani, à época Presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, e encerrando as atividades acadêmicas com o I Encontro de Pós-graduação da Famerp que teve a participação de mais de 150 inscritos no evento que contou com conferências, mesa redonda, apresentação de pôsteres de trabalhos dos alunos dos cursos de mestrado e doutorado, coroado com a premiação das melhores dissertações e tese de cada Programa de Pós-graduação.
A Famerp oferece cursos de pós-graduação stricto sensu em nível de mestrado e doutorado nas áreas de Ciências da Saúde, Enfermagem e Psicologia e Saúde. Os cursos são reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e oferecem oportunidades de formação de profissionais qualificados para atuar em pesquisa, ensino e extensão.
Aqueles que percorrem os corredores da Faculdade de Medicina de Rio Preto – Famerp nos dias que antecedem o Natal se deparam com uma obra-prima concebida e exposta por Onivaldo Bizuti, carinhosamente conhecido como Seu Bizuti. A tradição teve início em 1994, quando o profissional recebeu de uma das professoras da instituição um pequeno presépio como presente. Desde então, essa tradição tem se expandido constantemente.
Neste ano, o artista resolveu não apenas confeccionar o tradicional presépio, no laboratório da faculdade, como também preparar um para a Emergência do Hospital da Criança e Maternidade. “É um lugar muito especial, que atende crianças de toda a região. Quem sabe elas não se distraem um pouco com o presépio e esqueçam de suas doenças e preocupações. Se isso acontecer, mesmo que por alguns momentos, já ficarei contente”, afirma o preparador.
Os dois presépios apresentam imagens dos Três Reis Magos, Maria, José e o Menino Jesus, em um cenário adornado com casas, torres, velas e igrejas meticulosamente confeccionadas à mão, por Seu Bizuti.
Aos 73 anos de idade e com 54 anos de dedicação à instituição, Seu Bizuti de maneira inspiradora encontra uma forma de contribuir para o bem com sua exposição. É comum também, durante as visitas, serem arrecadadas pequenas doações em moedas, destinadas à Igreja do Menino Jesus de Praga. As exposições já estão aberta para alunos e profissionais da Famerp, além de pacientes e acompanhantes do HCM e permanece em exibição até janeiro.
Alunos de Enfermagem da Famerp participaram de uma visita técnica para conhecer o Parque Tecnológico e a Braile Biomédica em Rio Preto. A visita fez parte da finalização da disciplina de Inovação e Empreendedorismo na Saúde, dos alunos de graduação em Enfermagem, Residência Multiprofissional em Atenção Básica e da Pós-Graduação em Gestão e Economia na Saúde.
De acordo com a docente, Dra. Marli Jericó as visitas foram uma experiência ímpar para os alunos. Na Braile Biomédica, eles puderam conhecer a história do Dr. Domingos Braile – idealizador das válvulas cardíacas biológicas de pericárdio bovino.
A empresa é hoje um importante e avançado polo de inovação produtor e fornecedor de vários produtos ao SUS para a população nacional e internacional.
No Parque Tecnológico os alunos puderam conversar com os desenvolvedores de projetos que aliam tecnologia e saúde
“Pudemos sentir em cada um a paixão que transmitem ao contar a trajetória de seu trabalho e a importância do Parque para a concretização de seus objetivos”, afirmou Matheus Zocharato, aluno da 3º ano da Enfermagem da Famerp.
Entusiasmada, Simone Ravagnani, aluna da residência na Atenção Básica com ênfase na Saúde da Família e do curso de pós-graduação lato sensu em Gestão e Economia em Saúde, disse: “a medida que caminhamos pelos corredores ficamos instigados pelas possibilidades de sermos agentes empreendedores e inovadores em nossa carreira”, afirmou.
Os alunos, acompanhados pela professora, Dra. Marli Jericó, vivenciaram a aplicação prática de conceitos, métodos e teorias científicas trabalhados em sala de aula.
“Essa foi mais uma oportunidade de inspirar, despertar, estimular e desenvolver inovações, bem como conhecer várias tecnologias criadas por rio-pretenses que agregam valor à saúde de muitos brasileiros”, afirmou a docente.
A disciplina de Inovaçao e Empreendedorismo na Saúde em nível graduação é eletiva e em nível de pós-graduação stricto sensu está vinculada ao programa de pós-graduação em enfermagem – todos estão convidados a trilhar esse caminho em 2024.

A Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) integrará à Rede BURITI – Síndrome de Down (SD) que irá fomentar o desenvolvimento de um programa de pesquisas multidisciplinares dedicado exclusivamente à Síndrome de Down, uma iniciativa do MCTI, com aporte do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Instituto Alana, organização da sociedade civil, sem fins lucrativos. Essa conquista marca um novo capítulo para avanços científicos, inovação, impacto social e inserção da pesquisa brasileira voltada à essa temática, no cenário internacional. Além do financiamento de R$ 9 milhões fornecidos pelo CNPq, o Instituto Alana investirá um valor inicial de R$ 5 milhões para o projeto, totalizando R$ 14 milhões.
Na Famerp, a Profa. Dra. Érika Cristina Pavarino, que coordena o grupo de pesquisa sobre “Genética e Biologia Molecular Aplicada à Saúde” do CNPq e desenvolve pesquisas sobre Síndrome de Down desde 2005, será uma das pesquisadoras da Rede. “A Rede BURITI-SD, nome inspirado na árvore alta de alimento ou de vida em Tupi-Guarani, será coordenada pelo Prof. Titular Orestes Forlenza, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e reunirá pesquisadores, profissionais de saúde e organizações comprometidas, trabalhando em conjunto para impulsionar descobertas e práticas que ampliem a qualidade de vida e a inclusão social de pessoas com Síndrome de Down”, afirma a pesquisadora Érika.
O projeto acontece em sete polos multiplicadores espalhados por todas as regiões do Brasil. A finalidade é contribuir com avanços inovadores do ponto de vista científico e social, promovendo informações e subsídios para elaboração de novas políticas públicas voltadas às pessoas com Síndrome de Down. Para isso, a rede contará com um banco de amostras biológicas e um observatório em saúde para aumentar a compreensão sobre a biologia da síndrome.
Com o início das atividades previstas para o início de 2024, os recursos deverão viabilizar os seguintes objetivos pelos próximos três anos: criação da Coorte Brasileira de Pessoas com Síndrome de Down, abrangendo diferentes faixas etárias, para observar a relação existente entre a presença de fatores de riscos ou características e o desenvolvimento de enfermidades em grupos da população; Constituição do Biobanco dedicado à Síndrome de Down, reunindo amostras biológicas; Lançamento do Observatório em Saúde para a Síndrome de Down, com dados clínicos e sociodemográficos representativos das diferentes regiões do Brasil; formação da Base de Dados de larga escala, com variáveis clínicas, sociodemográficas e biológicas de relevância científica e clínica de abrangência nacional que, futuramente, será disponibilizada para a comunidade científica atendendo às premissas da Ciência Aberta.
Além da FAMERP, integram a Rede BURITI-SD pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), da Emory University School of Medicine (Atlanta, EUA) e Integrantes da Sociedade Civil (Jô Clemente, Instituto Alana e Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e parte das suas associadas).
A qualidade de vida e a saúde mental de acadêmicos da Famerp ganhou destaque em uma publicação na Frontiers in Psycholog, revista internacional de alto impacto. A pesquisa realizada pela aluna de medicina Lara dos Santos de Brito, na forma de Iniciação Científica, avaliou qualidade de vida (QV) e saúde mental de acadêmicos de medicina beneficiários e não beneficiários do Centro de Apoio Social ao Aluno (CASA). No artigo, os resultados apresentados corroboram a situação frágil da saúde mental e da QV de estudantes de medicina.
Um recente estudo liderado pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) analisou amostras de 1.043 pacientes diagnosticados com dengue e revelou a relação entre infecções prévias por zika e a gravidade dos casos subsequentes de dengue. Os resultados inéditos destacam que a infecção anterior aumenta significativamente o risco de desenvolver casos graves de dengue e a necessidade de hospitalização.
Veja matéria completa da Fapesp aqui: https://agencia.fapesp.br/infeccao-previa-por-zika-eleva-risco-de-caso-grave-ou-internacao-por-dengue-na-sequencia-conclui-estudo/50346.
Outros indicadores identificados pelos pesquisadores sugerem que a intensificação da gravidade resulta da ativação de células T, cuja principal função é auxiliar na geração de anticorpos. Esse fenômeno é conhecido como “pecado antigênico original”, em que células T geradas durante uma infecção prévia estimulam a produção aumentada de linfócitos quando ocorre uma nova infecção. Por não serem direcionados especificamente para a destruição do vírus, esses linfócitos acabam desencadeando uma produção desregulada de citocinas inflamatórias, as quais atacam as proteínas, resultando em danos aos tecidos do organismo e até mesmo em hemorragias.
A Dra. Cassia Estofolete, primeira autora do artigo e figura proeminente na pesquisa, compartilhou insights valiosos sobre as descobertas. “Vimos que o caso prévio por dengue, neste estudo, não foi um fator de risco para o agravamento porque acreditamos que os pacientes já estavam em terceira ou até quarta infecção. Já a infecção prévia por zika foi um fator importante e agravante para um segundo episódio de dengue. Com isso, sugerimos novos mecanismos e vamos renovando o conhecimento da história natural da doença”, afirmou a pesquisadora.
O trabalho recebeu apoio da Fapesp por meio de auxílio à pesquisa para Estofolete, de Bolsa de Pós-Doutorado a Alice Freitas Versiani e de um Projeto Temático concedido ao professor Maurício Lacerda Nogueira, autor correspondente do artigo.